Pare!
Sexta, 15 de Agosto de 2014

O que uma alteração pode provocar no comportamento social.

Já diz o velho ditado, na dúvida não prossiga, “esta en duda, no se adelante”.

Isso é o que mais temos percebido no Município de Frederico Westphalen nos últimos tempos, com a implementação de modificações no trânsito, em especial nas rotatórias criadas em cruzamentos de intenso fluxo.

O objetivo era melhorar a circulação e minimizar os problemas de lentidão, orientando os motoristas quanto à direção a ser tomada e ‘conduzi-lo’ de forma mais rápida e eficiente, de sorte que eles, através de sinalização e indução de espaçamento físico possam tomar decisões mais rápidas e não ficar na dúvida de como atravessar o cruzamento. Meu objetivo aqui não é avaliar as causas e soluções implementadas. 

O fato é que temos percebido no mínimo um aumento na atenção por parte dos motoristas. Chegam à rotatória e observam, esperam, param, quem sabe até mais que o necessário, mas o fazem. Só o fato de observarem coisas diferentes na sinalização e mudanças de fluxo automaticamente já prestam mais atenção. Resumindo, já temos mais educação no trânsito.

O amigo e professor Fellipe Sponchiado costuma dizer que conscientização vem para nos prepararmos sobre algo que acontecerá, ou seja, se já temos consciência sobre as coisas (e todos sabemos as regras de trânsito), precisamos então ser educados sobre uma nova postura e precauções necessárias.

É preferível parar e prosseguir com precaução do que o contrário. Se isso é uma verdade, já estamos em um caminho melhor relativamente à educação no trânsito e já valeram as modificações.

O fato mais relevante ainda é a melhora na civilidade do trânsito. Isso em última instância significa evolução humana, níveis mais elevados de educação para nossa cidade e região, maior proximidade com o que o mundo pensa e vive. Podemos morar onde alguns consideram ‘interior’, mas não significa que o que o mundo vive não possamos praticar aqui (ressalvadas as opções de cultura, lazer a gastronomia que eventualmente não tenhamos acesso instantâneo).

Disse um outro amigo, “nós podemos sair do interior, mas ele não sai de nós”. Quem sabe vale um adendo, o interior pode ser considerado interior, mas não significa ser menos que um centro maior, se tivermos pessoas com cabeça, consciência, educação, mas acima de tudo e o mais importante: comportamento contemporâneo! 

Ótimo final de semana!

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