No reino, que autoridade Jesus confere a seus apóstolos?
Sexta, 13 de Maio de 2016

Meus amigos e minhas amigas!

Louvado seja pela Igreja. Louvado seja pelas verdades que deixou na Igreja. Louvado seja por termos a graça, que junto com a palavra de Deus temos o catecismo com uma síntese, que é o compêndio com as verdades principais de nossa fé. E a pergunta do compêndio do catecismo da Igreja Católica é: no reino, que autoridade Jesus confere a seus apóstolos? Interessante Jesus, como o Pai, não quis construir o mundo sozinho, Jesus não veio salvar-nos e anunciar as boas novas sozinho. Quis colaboradores. Seu primeiro trabalho consistiu nisso, formar um grupo: o grupo dos 12.

E até a gente pensa, por que Ele não foi a Jerusalém no Templo onde teria pessoas de grande formação teológica, profundos conhecedores da Lei de Deus, que poderiam ajudá-Lo de forma extraordinária no anúncio da palavra de Deus. Não!

Foi às margens do mar da Galileia, o lago de Genezaré, e ali no meio de pescadores, foi escolhendo alguns para segui-Lo, ou depois passou junto a cobradores de impostos de má-fama na sua época. Por que isso? Para deixar claro que o importante era que as pessoas que Ele escolheu se entregassem a Ele. O resto Ele faria, ele prepararia. E o Espírito Santo os conduziria. Então, o grupo dos 12 foi convidado, como diz o compêndio, para que participasse de sua autoridade para ensinar, absolver os pecados, para ajudá-Lo na edificação da Igreja. E neste grupo dos 12, há um lugar de destaque, o lugar de Pedro. Era o mais santo? Era o mais sábio? Seguramente não! As escolhas de Deus não têm muitas explicações. Ou como Paulo diz: escolhe o fraco para confundir o forte. Escolhe o que não é para confundir o que se julga alguma coisa.

Mas estes 12 recebem depois a missão de serem testemunhas do ressuscitado. Deverão partir pelo mundo, anunciar a boa nova, mas a partir de uma verdade. Este Jesus que vocês mataram, Deus o ressuscitou e disto nós somos testemunhas. E quando se tratou de substituir alguém que substituísse Judas, que havia traído o Mestre, um dos critérios é que tivesse sido testemunha do ressuscitado.

Eu diria que esta também é a nossa Missão a de ser testemunha do ressuscitado. Viver de tal forma que as pessoas olhando para nós identifiquem esta pessoa acredita em alguém que marque a sua vida.

Por quê? Assim como com os apóstolos, vemos nascer do coração de todos a pergunta: Mas eles não eram pescadores? Como é que tem esta segurança? Como é que falam com tanta firmeza? Como é que entregam a sua vida? São açoitados, perseguidos e não desistem.

Eram testemunhas do ressuscitado.

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