A Geometria dos Chacras
Sexta, 14 de Agosto de 2015

Não temos dúvidas da importância da matemática para a evolução humana. Se quisermos seguir adiante no caminho evolutivo, certamente teremos que nos tornar exímios manejadores das formas geométricas e das expressões numéricas que regulam o nosso universo. O próprio Pitágoras já nos dizia há mais de dois mil anos: “tudo são números”.
O desafio matemático que temos hoje é duplo: usar o pensamento geométrico para vislumbrar o invisível. Por mais que não enxerguemos, sabemos que ao longo de nosso corpo existem chacras, “rodas” ou centros energéticos por onde fluem as forças vitais que mantêm os nossos órgãos físicos ativos. Normalmente destacam-se sete deles, correspondentes às sete cores e notas da escala musical, localizados nas seguintes partes do corpo: base da espinha, umbigo, baço, coração, garganta, entre as sobrancelhas e no topo da cabeça. Poeticamente, esses chacras são descritos como semelhantes à flores, cada um com um número diferente de pétalas. Mas na verdade, tratam-se de “vórtices” de matéria etérica que estão em rápida rotação.
Em cada uma das bocas abertas desses vórtices, precipita-se, em ângulo reto com o plano do disco ou pires giratório, uma força vinda do mundo astral, que podemos chamar de força primária e é uma das forças divinas com as quais podemos contar para a nossa vivência aqui na Terra. Essa força é sétupla em sua natureza, e todas as suas sete formas operam em todos os centros; mas em cada uma predomina, sempre, uma das formas.
As forças que entram no chacra fazem surgir, em ângulos retos com elas próprias (isto é, na superfície do duplo etérico), forças secundárias em movimento circular ondulatório, tal qual uma barra magnética colocada em meio a uma bobina indutiva cria uma corrente elétrica que flui por ela em ângulo reto com o eixo ou direção do magneto. A força primária, ao entrar no vórtice, irradia dele em ângulos retos como se o centro do vórtice fosse o cubo de uma roda, e as radiações da força primária fossem seus raios. O número desses “raios” varia de acordo com o chacra e estabelece o número de “pétalas” que cada um exibe.
Cada uma dessas forças secundárias que se move em torno da depressão do vórtice tem um comprimento de onda característico e à luz de determinada cor, mas, ao invés de se mover em linha reta, como a luz, apresenta ondulações relativamente largas e de diversos tamanhos. O tamanho de cada onda é um múltiplo do comprimento de ondas menores. O número de raios da roda determina as ondulações, e a força secundária entrelaça-se abaixo e acima das irradiações da força primária, como um vime que fosse trançado nos rios da roda de uma carroça.
Difícil de imaginar tudo isso? Pois aí a importância da matemática para a nossa evolução... Ainda temos muito o que aprender!
Boa semana!

Giancarlo Cerutti Panosso

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