A história não oficial
Sexta, 04 de Setembro de 2015

Existe uma história “paralela” que vem sendo contada e vivenciada por uma pequena parcela da humanidade ao longo dos últimos milênios, mas que não é registrada nem difundida oficialmente nas escolas e instituições convencionais por ser uma história que não se enquadra nos padrões positivistas de nossa atualidade. É uma lástima, mas isso se deve à proposta corrente da existência humana voltada somente a valores completamente humanos, que afasta completamente a teologia e a metafísica da realidade social ao distanciar ainda mais a ciência da religião. É por essa e outras razões que a humanidade ainda continua, em pleno século XXI, vivenciando experiências terríveis de guerras entre as nações, conflitos religiosos de todas as espécies, fome e miséria na maior parte da população mundial e desenvolvimento descontrolado de doenças decorrentes de agrotóxicos que comprovadamente causam câncer, demência, degeneração, etc.
O egoísmo e a ambição ilimitada dos atuais donos do poder conduzem as nações a uma vivência desintegradora em razão do materialismo imposto a toda sociedade, impedindo, pelo descaso com a educação, inclusive, que novas gerações possam resgatar a harmonia que outrora existiu sobre esse planeta.
São poucos os grupos que resistem à massificação cultural ditada pelos interesses políticos e econômicos. Talvez em menor número ainda sejam as escolas e instituições que trabalham com ideais elevados que visam a integração e o bem geral da humanidade ao invés da promoção de um materialismo e uma competitividade cruel onde quem pode mais explora quem nada ou pouco pode. Mas mesmo que sejam poucos os que sigam a resistir, a chama da verdade não há de se apagar. Por milhares de séculos a humanidade tem contado com essas forças que buscam extirpar a ignorância e a insensatez do homem que tanto têm atrasado a sua própria evolução.
De tempos em tempos pudemos contar com a presença de grandes mestres de sabedoria que, além de nos instruírem sobre os valores da vida e os propósitos da criação, deixaram-nos esplêndidas provas do quanto a humanidade é antiga e do quanto já se fez sobre este planeta. A história do homem vai além dos nossos convencionais livros de história. As pegadas de gigantes que a poeira ainda não apagou sobre a face da Terra são evidências incontestáveis de que o homem não era um mero símio ou ignorante nos tempos mais distantes imagináveis. A evolução humana não tem se apresentado como uma crescente cujo ápice culmina em nossos tempos. Civilizações avançadas que se estabeleceram na Índia, no Egito, no México, na Tailândia e no Peru, por exemplo, construíram no passado uma vasta quantidade de pirâmides, templos, observatórios, cidades, naves, sistemas inteligentes de comunicação e, até mesmo, esqueletos humanos de cristal considerados ainda hoje um desafio tremendo para a ciência e engenharia em geral.
E o que movia esses povos?
Certamente a fé em um Deus ou em vários deles. A crença em seres e mundos metafísicos fazia com que buscassem sempre aliar o conhecimento científico à religião ou a uma doutrina divina estabelecida. E, de posse de uma cultura de existência humana não restrita exclusivamente aos valores humanos, puderam voar alto nas realizações de suas vivências. São seus registros que compõem boa parte da história não oficial que hoje se encontra velada para grande parte da população mundial. O quebra-cabeça é desafiador, pois a humanidade destruiu muitos dos documentos que poderiam facilitar a visualização de todo um passado de grandiosas realizações.
Hoje podemos contar apenas com escrituras sagradas, contos mitológicos e registros arcaicos que remetem a feitos humanos e divinos da antiguidade. Por isso, é por aí mesmo que devemos nos aventurar, passo-a-passo, sob a luz da sabedoria dos mestres e as bênçãos divinas, até que a verdadeira história seja revelada.

Giancarlo Cerutti Panosso

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