Exames complementares
Sexta, 11 de Setembro de 2015

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA:
É um exame incorporado recentemente a métodos diagnósticos e de extremo valor, disponível na maior parte das cidades de médio porte do Brasil. Utiliza ondas de rádio que passam através do corpo, as quais realinham átomos que são enviados a um computador que gera a imagem analisada pelo médico especialista. Para sua realização o paciente é colocado em um leito que se move através de um túnel, o qual é um scanner com alta potência magnética.
A ressonância magnética é importante para analisar o cérebro do qual capta imagens de alto valor diagnóstico. Indicado também para exames da coluna cervical, órgãos internos e vasos sanguíneos com a vantagem de, normalmente, não usar contraste. Também é usada para testar a função do coração e outros órgãos que são analisados após exercícios físicos. Por não apresentar irradiação ionizante, é menos prejudicial que a tomografia. Como a pessoa tem de ficar em um túnel fechado, parada e ouvindo altos sons, é desaconselhável a pessoas que tenham claustrofobia ou síndrome de pânico. Se necessária for, pode ser feita sob anestesia geral.

MEDICINA NUCLEAR
É um recurso sofisticado que utiliza a injeção de pequenas quantidades de substâncias radioativas para demonstrar principalmente a função de diversos órgãos. A substância radioativa emite raios gama que são captados por um dispositivo chamado "gama câmera", que os processa e os converte em imagens de cores diferentes de acordo com a quantia de raios absorvidos. Essas substâncias radioativas são incorporadas a outras de acordo com o órgão a ser examinado.
A medicina nuclear é especialmente útil para examinar a função do coração em repouso ou após exercício, para examinar a função e o tamanho do pulmão, dos rins, e dos ossos. Pode também ser usado para os órgãos do aparelho digestivo, principalmente em crianças, quando outros exames necessitem a cooperação do paciente, exigência dispensada na medicina nuclear.

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