Aposentadoria aos 85, 95 ou 100!
Sexta, 15 de Maio de 2015

Após a população ser convocada várias vezes para pagar a conta do Mensalão, Lava jato, má gestão das fontes hídricas que resultaram em aumentos no valor da conta de energia elétrica, um desperdício de dinheiro por obras mal planejadas e ou algumas vezes planejadas pela corrupção que esta enraizada em diversas áreas e setores do poder publico, onde as consequência são conhecidas por todos, uma luz no final do túnel volta a brilhar ao trabalhador.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 13, uma proposta de mudança no fator previdenciário, que é o cálculo utilizado para a concessão de aposentadorias. A alteração foi incluída como emenda (proposta de mudança) ao texto da MP 664, que restringe o acesso à pensão por morte, aprovada por 232 votos a favor, 210 contra e duas abstenções.
Atualmente, o fator previdenciário reduz o valor do benefício de quem se aposenta por tempo de contribuição antes de atingir 65 anos (nos casos de homens) ou 60 (mulheres). O tempo mínimo de contribuição para aposentadoria é de 35 anos para homens e de 30 para mulheres.
A alteração aprovada propõe a chamada fórmula 85/95, pela qual o trabalhador se aposenta com proventos integrais (com base no teto da Previdência, atualmente R$ 4.663,75) se a soma da idade e do tempo de contribuição resultar 85 (mulheres) ou 95 (homens). Para professoras, de acordo com a emenda, a soma deve ser 80 e para professores, 90. Se o trabalhador decidir se aposentar antes, a emenda estabelece que a aposentadoria continua sendo reduzida por meio do fator previdenciário.
A aprovação que não é definitiva, mas pode ser comemorada graças a uma briga de poderes entre base aliada e oposição do atual governo, esbarra diretamente, e alguns pontos que podem deixar a comemoração restrita a um pequeno espaço de tempo.
Primeiro, temos uma população com nível de conhecimento que incorre em dificuldades de tomar decisões importantes tanto relacionadas ao momento exato de aposentar-se e a condução do processo que muitas vezes acaba pagando valores elevados para algumas pessoas efetivar o processo, sem mencionar o montante necessário para manter o padrão de vida decorridos de muito esforço de trabalho.
Segundo ponto: o déficit da Previdência Social, que ano após ano fica maior e deve continuar aumentando.
Novamente, as decisões tomadas nos âmbitos governamentais estão alicerçadas em interesses de poderes e não qualidade e benefício a população.

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