Consumismo: Faz sentido comprar tanta coisa e ficar sem grana para prioridades?
Sexta, 02 de Outubro de 2015

Quem nunca contraiu uma dívida que jogue a primeira pedra! Vivemos na sociedade do consumo. Na televisão, nos jornais, rádios, outdoors e ultimamente até em elevadores e banheiros de estabelecimentos comerciais, deparamo-nos com a tal da propaganda.
É tanta mídia que já estamos blindados da maioria dos comerciais. Os outdoors agora já fazem parte do visual da cidade e, como tal, acabam passando despercebidos, afinal, são só mais um elemento da nossa paisagem urbana.
Percebendo que a publicidade tradicional já não estava surtindo o efeito de outrora, os publicitários não perderam tempo e trataram de encontrar novos meios para fisgar os consumidores: surge o marketing digital para revolucionar o mercado de publicidade.
Surgiu o jornal, daí surgiu a publicidade em jornal; surgiu o rádio, e com ele a publicidade em rádio; com a TV aconteceu a mesma coisa; e agora com a Internet; e no futuro com algum outro veículo que venha a surgir e que possa veicular um anúncio, acredite, a propaganda estará lá a sua espera.
Pode mudar o tipo, o formato, mas a publicidade estará lá, ávida para influenciá-lo a gastar o dinheiro que você tem (e o que você não tem, não é assim?) com o que ela estiver vendendo, quer você precise ou não.
Tornamo-nos a sociedade do consumo. Com isso, além da pressão da mídia, existe também uma pressão social para estarmos sempre na moda. O celular de última geração, o carro do ano, a roupa da coleção nova. E aí, meu amigo, não tem bolso que aguente. Resultado? Dívidas, dívidas e mais dívidas.
Não é fácil resistir aos impulsos de compra quando se vive em uma sociedade capitalista. Eu sei disso e você com certeza também sabe. Entretanto, não podemos deixar os marqueteiros de plantão – por melhor que eles sejam – decidir como, quando, onde e com o que iremos gastar nosso precioso dinheiro.
Comprar é bom e todo mundo gosta, mas, como tudo na vida, comprar em excesso pode causar graves danos à sua saúde financeira. Portanto, da próxima vez em que se deparar com um anúncio que chame sua atenção e que você se sinta tentado a comprar, pense se aquela é mesmo a decisão mais correta.
O prazer de uma compra dura pouco tempo, mas os problemas gerados por ela podem durar uma eternidade. Lembre-se: o dinheiro que você gasta hoje com o que não precisa poderá fazer falta amanhã para coisas que você realmente quer.
Compartilho um texto de Samuel Magalhães, que vem a calhar em muitos momentos.

Comentários