Dinheiro!
Sexta, 21 de Fevereiro de 2014

Todos nós precisamos de dinheiro, ou seja, é uma necessidade, não sendo boa e nem ruim. Dormir, beber água e comer também são necessidades e sua presença ou ausência não questionamos o que fazer com o dinheiro.

Pessoas comentam que não precisam de dinheiro para viver, ou precisam de pouco, mas o mesmo não se ouve em relação a necessidades fisiológicas. Ter ou não ter dinheiro, ou ter bens, objetos pelos quais o dinheiro pode ser trocado desperta sentimentos que não são vistos em outras necessidades. O case é que o dinheiro não é um bem esgotável, foi criado e é produzido pelo homem moderno. Por não ser um recurso natural nunca faltará.

A busca insaciável deve dar lugar a uma conjunção ativa, ou seja, ter consciência de onde está o dinheiro, de quanto precisa e onde pode-se chegar com seu salário, renda ou capacidade de produzir. O orçamento pessoal ou familiar é uma ferramenta ímpar, para que um eventual desespero na busca de dinheiro não seja capaz de enganar o cético, que é comprar mais um objeto, mais um bem, sendo sinônimo de progresso na vida. Isso só o levaria para dívidas cada dia maiores, trocando uma dívida por outra e é normal que pareça normal.

O controle do dinheiro que passa por sua vida depende exclusivamente de sua vontade, por isso que deve ser positiva. A busca pelo dinheiro ou renda é uma atividade sua, e o controle é o caminho para dominar seu dinheiro e o crescimento da formação de patrimônio.

Administrar seu dinheiro é fazer escolhas sobre ele, controlá-lo antes que ele encontre seu próprio caminho para uma nova conta de consumo. Direcionar o dinheiro, nada mais é que, dizer a ele que é você quem está no comando, quem está no domínio de quem.

Autarquia própria em “tempos modernos” é o egocentrismo nato sobre o dinheiro. Lembre-se: de nada vale ser o mais rico ou poderoso do cemitério.

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