Educação financeira é lucro para empresa e funcionário
Sexta, 08 de Agosto de 2014

O nível de endividamento das famílias brasileiras caiu 2,2 pontos percentuais em julho deste ano, na comparação com julho de 2013, ao recuar de 65,2% para 63%, entre um período e outro. Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada dia 17 de julho de 2014 pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O empregado que gasta cinco horas por semana resolvendo problemas financeiros dá um prejuízo de cerca de uma hora por dia para a empresa. Em uma jornada de oito horas é como se 11% do salário pago fosse jogado no lixo. O efeito da falta de educação financeira reflete nas empresas porque o funcionário com dificuldades para fazer a gestão do próprio dinheiro tem uma produtividade menor e sofre conflitos internos.

Assim, é importante mostrar como os colaboradores podem planejar sua vida financeira para realizar sonhos, dentre estes, o da aposentadoria. A aposentadoria é uma conquista que deve ser feita no cotidiano, pois, infelizmente, se a pessoa depender apenas do INSS, ela terá uma triste surpresa, pois seus rendimentos cairão drasticamente, e o caminho será dívidas, mudança do padrão de vida ou continuar forçosamente a trabalhar.

Com ajuda das áreas de Recursos Humanos é possível tratar o problema de maneira comportamental e combatendo a causa (falta de educação financeira) e não o efeito (falta de dinheiro e dívidas). Educar financeiramente significa entender que educação financeira não se trata de matemática e macroeconomia, mas de hábitos e costumes, isto é, mudança de comportamento de como enxergamos e lidamos com o dinheiro.

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