Frases que deve banir de seu vocabulário financeiro
Sexta, 29 de Agosto de 2014

Quando o assunto está relacionado a novelas, futebol, diversão a discussão é assídua, mas ao migrar para dinheiro, imensamente as pessoas desviam o assunto. Por vários motivos, dentro os quais o valor patrimonial atualmente, orçamento extrapolado dentre outros. Dinheiro não é o assunto preferido. Vamos ver e fazer uma autocrítica se as mesmas frases abaixo estão em nosso cotidiano:

- Passei da idade ou sou muito jovem

A idade não deve ser o único critério para nortear objetivos financeiros e muito menos uma desculpa para deixar de encarar responsabilidades. Quanto antes iniciar um planejamento financeiro, melhor será seu resultado. E nunca é tarde para aprender a viver com mais simplicidade e dividir gastos.

- Eu mereço gastar meu dinheiro

Realmente você merece gastar seu dinheiro, mas não justificar o consumo supérfluo após um árduo dia de trabalho. O gasto é válido, mas vale lembra que é sempre necessário verificar se o gasto cabe no orçamento mensal. “Não existe mágica”.

- Não tenho renda para investir

Existem investimentos que podem ser feitos com valores pequenos, importante é que a medida sirva como um estímulo ao hábito de investir. Investimento está muito relacionado à experiência e a frequência.

- A poupança é suficiente

O mercado de investimento é grande e sofisticado. Há o produto certo para cada meta. Um deles pode não servir para uma, mas outro irá servir. E poupança pode não ser o investimento adequando para seus objetivos. Busque mais informações. O ideal é diversificar e dividir os recursos por prazo e objetivo financeiro.

- O problema é a crise 

As crises são cíclicas e ocorrem de tempos em tempos, e justificar a falta de planejamento financeiro pela existência de uma crise, aumento da inflação e os altos impostos.

Adaptar ou se prevenir, não é mais fácil reclamar. Sempre vamos ter impostos para pagar, temos de se organizar para a aposentadoria, pois o benefício oferecido pelo governo diminuiu por conta do aumento da longevidade, do fator previdenciário entre outros.

“É mais cômodo assistir na plateia que fazer o espetáculo do seu próprio percurso, assim corremos o risco de sempre aplaudir e não receber os aplausos.”

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