Propostas econômicas?
Sexta, 24 de Outubro de 2014

Neste domingo dia 26 de outubro de 2014, vamos às urnas para a escolha do “gestor” do país para os próximos quatro anos. Reservei esta coluna, ou este texto, como preferir, para fazer uma reflexão dos debates ocorridos nas emissoras de televisão desta semana. Cabe relatar a neutralidade em relação a ambos os candidatos, e um viés critico em relação ao desenrolar até o momento.

Um nobre horário destinado aos candidatos a presidente e a importância dada pelos eleitores, reservando parte de seu tempo a ouvir propostas de governo, propostas econômicas, de saúde, de educação, propostas sociais, enfim acariciar pontos abordados para a gestão ou governo destes primeiros 4 anos que adentram, pois acredito que o mundo não acabará após o final de 2018.

Deparamos com a utilização de 90% do tempo para trocar farpas, acusações, abordar propostas não cumpridas, possível beneficiamento de fulano ou beltrano, e um mísero tempo para expor planos de governos, novas abordagens que poderiam vir em benefício de todos, possíveis passos que serão desenvolvidos pelo “gestor” do Brasil e suas equipes. Neste momento me faço a seguinte pergunta e comparação: estamos falando em governar um país, com milhões de pessoas com anseios. Isso não é similar a governar uma grande empresa, ou uma pequena empresa, talvez a entidade do bairro, da comunidade?

Alguém com tamanha responsabilidade deveria ter algumas qualidades, méritos, competência! O esboço de uma proposta fundamentada com seu possível desenvolvimento durante o debate não acontece de forma superficial. Um administrador de vidas de famílias, que é o cargo ocupado por governantes de empresas, não usa de seu tempo e dos demais envolvidos a procurar erros ou tarefas inacabadas de seus concorrentes e tentar derrubá-los. Ele usa o tempo na busca de melhores oportunidades, de melhores alocações, para que as engrenagens formadas por máquinas, pessoas, girem em prol de melhorias, de ganhos.

Gestor(es) que busca(m) culpado(s) por seus planos, por seus projetos não produzirem os objetivos propostos, escora(m) sua culpa em falácias. Uma gestão inicia com escolhas e é materializada com atitudes.

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