O Esquecimento da Lei
Sexta, 23 de Janeiro de 2015

Bom dia mui amados leitores, vamos cogitar no campo das incertezas da vida? 

Aprendiz: Mestre, ouvi dizer que uma nova política de ajustes fiscais, tarifas e tributações será praticada na Nova Canaã. Como os cidadãos daquela nação conseguirão suportar os novos custos de vida? Como os empresários suportarão a nova carga tributária para produzir? E os custos para transportar a produção? Dizem que o aumento no preço dos combustíveis é um indicador de remanejamento de preços em toda a cadeia de produção até a chegada do produto às pessoas. Como o comércio reagirá às novas tributações? Quem pagará o peso final na majoração de preços na imensa cadeia de impostos? Por que o trabalhador legalizado pagará mais impostos na fonte se ele já paga os impostos acumulados ao longo da cadeia de cada produto consumido? Por que os serviços públicos de direito dos cidadãos, como a Saúde e a Educação, não atendem com qualidade as necessidades da população? Com tantos impostos, as ofertas de emprego reduzirão? E com a desvalorização do trabalho honesto, com mais desempregados, não surgirão mais pobres? Com maior pobreza não surgirá o aumento da violência? Com o aumento da violência não aumentarão os custos sociais com a segurança pública e com a saúde? Não aumentará o senso de insegurança e de medo das pessoas e das famílias honestas? Como suportar a vida no mundo controverso?

Mestre: Desde o tempo de Nabucodonosor os governos se endividam com os devaneios do poder, da lascívia e da luxúria e se sustentam com o labor e a solidariedade dos honestos. 

Aprendiz: Mas, se os governos são sustentados pelo povo, por que os governos não estabelecem políticas capazes de investir na qualidade do povo, na qualidade cultural, na formação técnica e científica da população, na construção da nova nação?! Por que não gera programas de aumento salarial real? Se existissem políticas para priorizar o desenvolvimento dos cidadãos com programas de formação para jovens, adultos e idosos, programas de empregos, de melhores salários, de geração de renda para todos, visando o desenvolvimento econômico sustentável da nação, por acaso não ocorreria o aquecimento da economia de modo gradual e solidamente?! Consequentemente, o montante da arrecadação de impostos aumentaria, sem a necessidade de elevar as taxas tributárias e todos estariam mais próximos de viver na nova Jerusalém (cidade da paz).

Mestre: Houve um tempo em que a Lei era tratada com sabedoria pelos reis e obedecida por todos e todos viviam em harmonia. Até o dia em que foi manipulada e esquecida.

Aprendiz: E que Lei é essa, mestre?

Mestre: A Lei do amor. O Amor é paciente, é gentil, não tem inveja, não tem orgulho e mantém a mente na sobriedade. O amor se regozija na verdade e suporta tudo, até quando tudo é perdido e todos desaparecem; pois, com Amor a esperança e a fé permanecem! Quem obedece a essa Lei enfrenta todas as tribulações, as quais servem para gerar a perseverança e a perseverança forja o caráter dos homens no bem que, com fé e esperança, mudam os mundos. Tenham uma ótima semana e que Deus ilumine vossas mentes e corações!

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