A Nova Visão, Antiga, dos Ensinamentos Milenares.
Sexta, 25 de Setembro de 2015

Bom dia mui amados leitores. Será válida a expressão: “Colhemos o que plantamos e o que nós plantamos vai voltar para nós e nos tornamos o que nós praticamos?! (Salmos, 126:6)”.
Aprendiz: Em reunião sindical, foram relatados os problemas que afligem as classes dos servidores federais do país - justiça, educação, saúde, como: redução dos investimentos, a falta de vagas para novos concursos, perdas salariais,... Enquanto, na contramão do governo, ocorrem esbanjamentos dos recursos e até envolvimentos em processos de corrupção (Estatais, Lava-a-jato). Por que a sociedade não apoia os movimentos dos servidores federais como apoiaram a greve dos caminhoneiros?
Mestre: O que sensibiliza a opinião pública e adentra na esfera das decisões políticas governamentais diz respeito à economia, como no caso da greve dos caminhoneiros. Assim, se o caminhoneiro não faz o serviço dele ocorre um dano imediato tanto às matrizes de produção bem como nos demais setores da economia: atacado, varejo, consumidores (todos) e de prestadores de serviços públicos e privados, como na merenda escolar, nos hospitais, nos setores administrativos do país. Nos demais serviços públicos, como educação e justiça, o dano não é observado imediatamente pela sociedade, uma vez que a presença ou ausência do estudante na escola não gera alterações imediatas na economia do país. Mais ainda, quando esses países têm apenas o capital como filosofia para o desenvolvimento. Mas isso é um enorme equívoco, pois o dano social causado pela falta de investimentos nos setores da educação e da justiça será imenso a médio e longo prazo. Por exemplo: um estudante que não vai à escola porque os professores e técnicos administrativos estão em greve. Esse estudante perderá tempo na sua formação durante as fases do seu desenvolvimento (desde os estudos escolares até os cursos superiores). Desse modo, entrará no mercado de trabalho atrasado ou sem a devida profissionalização. Neste último caso, mais comum, concorrerá no mercado de trabalho juntamente com a grande massa populacional desempregada por uma vaga de emprego que não exige maiores conhecimentos e qualificação. Ressalta-se que este tipo de emprego não liberta o trabalhador no aspecto financeiro, remuneratório, pelo contrário, torna o empregador dependente do trabalho pela sobrevivência. E poderá piorar, pois a grande maioria dos que tentam esse tipo de emprego não consegue a vaga e fica desempregado, o que poderá iniciar um processo de autodestruição pessoal pela baixa autoestima, baixa valorização humana, que poderá levar a caminhos perigosos, como o da violência familiar e social.
Aprendiz: E quanto à justiça?
Mestre: Utilizando o exemplo do estudante que perde o trem da escolarização, formação humana e formação profissional, este será um provável aquecedor da violência na sociedade, da criminalidade, de assaltos e arrastões, crimes contra o patrimônio público e privado, estelionatários, escândalos de corrupção no setor público, governamental e privado do país. E quem terá que resolver?
Aprendiz: A Justiça.
Mestre: Sempre é valido o milenar ditado: “colhemos o que plantamos” e o caminho para um futuro seguro ao desenvolvimento sustentável do país é através de investimentos na Educação, assim como nos demais setores públicos: Segurança, Saúde, Justiça. Tenham uma ótima semana e que Deus ilumine vossas mentes e corações!

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