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Sexta, 25 de Setembro de 2015

A queda da economia em nível acima do estimado inicialmente e o aumento da despesa obrigatória dificultam o cumprimento da meta de superávit primário de 2015, avaliaram nessa terça-feira os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, conforme o Relatório de Receitas e Despesas.
O documento, referente ao desempenho das contas públicas até o quatro bimestre, prevê retração da atividade em 2,44 por cento e inflação ao término do ano de 9,29 por cento.
Uma nova sessão de estresse e aversão ao risco fez o dólar à vista subir 1,84% no fechamento desta terça-feira, 22, atingindo o histórico patamar de R$ 4,050.
É o maior valor nominal já alcançado pela moeda norte-americana no Plano Real (1º julho de 1994) e representa, principalmente, a busca dos investidores por proteção, em um ambiente marcado por muitas incertezas nos campos político e econômico.
A presidente Dilma Rousseff encaminhou nesta terça-feira (22) ao Congresso Nacional a proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria uma nova contribuição semelhante à antiga CPMF, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira.
Anunciada na semana passada, a medida faz parte do pacote fiscal que busca reequilibrar as contas de 2016. Em agosto, o governo apresentou proposta orçamentária com déficit de R$ 30,5 bilhões.
A insustentável máquina do governo, os 39 ministérios de Dilma custam mais de R$ 400 bilhões por ano e empregam 113 mil apadrinhados. Só os salários consomem R$ 214 bilhões - quase quatro vezes o ajuste fiscal que a presidente quer fazer às custas da sociedade
Em votação decidida por um voto, os deputados do Rio Grande do Sul aprovaram na noite desta terça-feira (22) o aumento das alíquotas do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pelo período de três anos. O projeto do Executivo recebeu 27 votos favoráveis e 26 contrários, em sessão marcada por protestos e tumulto no lado de fora da Assembleia.
O necessário ajuste seria digno de louvor se as medidas anunciadas até agora pela presidente não tivessem exigido sacrifícios apenas de um lado dessa equação: o dos cidadãos brasileiros. Mais uma vez, a conta da irresponsabilidade fiscal de gestões sobra para o contribuinte. Ao mesmo tempo em que aumenta impostos, encarece o custo de vida da população, ameaça suspender a desoneração de empresas e retira dos trabalhadores direitos previdenciários e trabalhistas, Dilma Rousseff segue no comando de uma bilionária máquina pública aparelhada, inchada e – o mais importante – ineficiente.
Sem esquecer dos coadjuvantes, deputados estudais e federais além dos senadores que foram eleitos também com votos da população, mantem-se pouco ativos em prol da sociedade em seus gabinetes jorrados de dinheiro.
A ineficaz máquina de dinheiro chamada “governo” torna-se eficiente quando o assunto é chamar a população para pagar a conta.

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