Derrota
Sexta, 22 de Maio de 2015

Derrota
Tem gente fazendo terra arrasada por conta da derrota do Internacional para o Santa Fé, na Colômbia. Claro que o Colorado não foi bem, não apenas pelo resultado, mas pelo futebol que não apresentou. Decorre, porém, que jogos da Libertadores são sempre assim. Nenhum campeão da competição chegou ao título sem passar por adversidades.
O placar de um a zero, claro que não deixa de ser um resultado ruim, que exigirá uma forte recuperação, tanto do futebol, quanto da disposição tática para reverter.
O que não pode é o Internacional repetir o Corinthians que perdeu para o Guarani no Paraguai e achou que em casa sua superioridade ao natural seria suficiente para resolver a parada.
O Internacional precisará sim, fazer um jogo diferenciado na quarta-feira, mas repito, em se tratando de Libertadores será assim em todos os jogos, não somente após uma derrota fora de casa.

Nilmar

Que jogador este que o Internacional repatriou, pena que tem se lesionado com frequência, mas não há em atividade no país, atacante de tanta velocidade e qualidade juntas. O ataque colorado há muito não apresentava tantas alternativas, o detalhe, no entanto, é que as circunstâncias nem sempre são propícias para se utilizar um time mais solto, para jogar numa proposta ofensiva onde se encaixa melhor as características desse jogador.
Na quarta-feira por exemplo, o Santa Fé mostrou que é forte e jogou a vida no primeiro jogo, a necessidade de chegar com chances de classificação para o jogo da volta no Beira Rio era o que restava aos colombianos após a eliminação no campeonato do seu país.

Mercenário
Não sei se essa é a definição correta para o caso, lembrando que cada profissional normalmente ganha aquilo que merece, principalmente por saber negociar. Agora o que dizer de Felipão, que chegou com um discurso de ajudar o Grêmio a salvar-se economicamente, que aprovou a demolição do time, mandando embora todos os jogadores que eventualmente ganhavam salários maiores, tornando o Grêmio num time perdedor, enquanto ele e Murtosa, chamado carinhosamente de fiel escudeiro, “matavam” R$ 1,2 milhões por mês de salários?
Que salariozinho para quem não ganhou nada nesta sua nova passagem pelo clube.

Direção

Muita cobrança pesa sobre a direção gremista, muito se deve a inércia ou falta de agilidade para resolver os problemas no futebol.
Não bastasse isso, Felipão se pronuncia afirmando haver correntes políticas que priorizam interesses pessoais e de grupos em detrimento da preservação do clube. Isto não chega a ser uma novidade em se tratando de futebol, o problema é que a onda de fatos negativos no tricolor tem se renovado a cada dia.

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