ESTREIA
Sexta, 07 de Agosto de 2015

A estreia do União não foi das melhores em termos de resultados, porém há que se considerar uma série de fatores. O efeito da própria estreia, o gramado sintético com grama artificial e o fator local. O que não se justifica é o início do jogo onde em menos de cinco minutos havia tomado dois gols, ambos em falhas do próprio União.
O placar de dois a zero para o jogo de volta não é o fator de maior preocupação, a principal intranquilidade se dá justamente no grau de confiabilidade, afinal, os erros irão se repetir? Como mudar radicalmente para reverter a situação? Enfim, uma série de questionamentos são feitos com base no que aconteceu em Porto Alegre.
JUSTIFICATIVAS
Em hipótese alguma o União deverá tornar-se alvo incansável de justificativas. Quando os resultados não vêm e os erros são primários há que se reconhecer que correções são necessárias.
Justificar os erros com base na tese de que os demais também erram, atuar com improvisações, porque foi assim que o trabalho começou, entre tantas outras leituras falhas, remetem aos equívocos aos quais o União não pode repetir no segundo semestre.
Domingo é preciso vencer, convencer e criar o ambiente de que jogo no Vermelhão da Colina não é palco de comemoração para adversários.
ELOGIOS
Os colegas Celso Santos e Lucas Faustino da equipe esportiva do Complexo Luz e Alegria elogiaram muito a preparação física da equipe que manteve a intensidade os 90 minutos. Outro ponto positivo do início dos trabalhos é o baixo número de lesões. Estando bem fisicamente, as condições de fazer enfrentamentos de qualidade aumentam, é meio caminho andado. Por essas e outras dá para acreditar na virada contra o São José no jogo da volta, domingo, no Vermelhão da Colina, com casa cheia.
O torcedor está convocado para esta batalha. O segundo semestre precisa de uma energia maior e mais contagiante, está mais do que na hora do Leão rugir de verdade.
Gre-Nal
Domingo tem Gre-Nal e como sempre não há favoritismo, embora o Grêmio tenha sido uma equipe melhor ajustada em campo durante o campeonato Brasileiro. Sem Nilmar, que liquidou a zaga gremista na decisão do campeonato Gaúcho, o Internacional, em tese, terá maiores dificuldades ofensivas.
Sem Rodolfo e provavelmente sem Marcelo Groe, o Grêmio também perde muito em qualidade defensiva. A grande dúvida é quanto a participação de
D'Alessandro, temido ao exagero por alguns gremistas, afinal não vem sendo o mesmo D'Alessandro de outros tempos.
Na individualidade o Inter pode ser superior, no conjunto o Grêmio é melhor, é esperar e ver. Só domingo saberemos se a individualidade irá superar o coletivo ou ao contrário.

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