União
Sexta, 21 de Agosto de 2015

O União tomou um sacode do Palmeirense na estreia da Copinha, taça Valmir Louruz, atuando de forma muito diferente do que o enfrentamento diante do São José aqui no Vermelhão da Colina.
É prematuro afirmar que a equipe com este resultado mostrou a sua verdadeira capacidade, fico mais com a impressão obtida no jogo anterior quando apresentou disposição física e tática.
A explicação mais louvável para o resultado elástico foi a falta de força ofensiva, também provocada pela falta de qualidade na criação no setor de meio-campo. Nesses dois setores são necessárias correções rápidas.

UNIÃO II
Três reforços foram anunciados nas últimas horas, além daqueles reforços que já haviam sido anunciados, mas que não haviam atuado. Tratam-se de melhorias e de opções interessantes para o técnico trabalhar. O banco no jogo contra o Palmeirense era muito carente de opções, principalmente agora que podem ser feitas até cinco alterações.
Ainda, no meu ponto de vista, são necessários um volante para assumir posição à frente da zaga e mais um meia de qualidade, estilo Diego Miranda, esse produto anda escasso no mercado.

ARGEL
Este é o componente novo no Beira Rio para tentar salvar a temporada colorada. Pelo que tem sido noticiado o trabalho tem sido totalmente diferente do que vinha sendo comandado por Diego Aguirre e já agrada dirigentes e os próprios atletas.
Acredita-se que o Internacional será outro já a partir da rodada do final de semana pelo Brasileirão. O jogo contra o Ituano pela Copa do Brasil ainda não pode ser considerado como uma referência em termos de mudança.

GRÊMIO
Há quanto tempo o Grêmio não passava por uma fase tão boa, de tamanha afirmação, cujos resultados têm impressionado não só seus torcedores mas também a crônica esportiva.
Já está tornando-se uma praxe quando tem jogo do Grêmio o tricolor soma três pontos. Se esta campanha continuar, aquela temporada que se esperava do Internacional pelos reforços feitos, será do Grêmio que preferiu a gestão aos gastos no padrão Europeu.
Com Roger no comando os acertos foram tantos que jogadores como Fernandinho, Edinho, Douglas, antes relegados, viraram figuras importantes. Acertos também da direção, que está salvando o tricolor financeiramente e também dentro de campo.

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