UNIÃO
Sexta, 28 de Agosto de 2015

UNIÃO

Decepcionante, este é o sentimento após acompanhar a derrota do União Frederiquense para o Marau no último domingo. Não questiono se houve evolução, se o time teve mais qualidade. Acontece que esses times que o União enfrentou, Palmeirense e Marau, são formados com as mesmas dificuldades, talvez até mais que as do União e, no entanto, conseguem fazer o resultado esperado.
O problema do União Frederiquense está na repetição dos erros e na mesma forma de absorver e de tentar corrigir os defeitos.
A solução é um vestiário forte, a direção trabalhando junto e as cobranças têm de ser com mais veemência. A cada jogo é alguém assumindo a culpa e isso no futebol não tem espaço, ou pelo menos não deveria ter.
UNIÃO II
O União estava torto, pendido pelo lado direito porque não tinha saída de bola pelo setor esquerdo já que atuava com um zagueiro improvisado. Agora, com a chegada do Juliano Tato, o time ficou torto pelo lado esquerdo porque o atleta que chegou chama a responsabilidade do jogo e atua com intensidade.
Não há outro esquema tático no momento a ser utilizado pelo União, pela característica de seus jogadores, que não o de atuar no 3-5-2. Liberam-se os alas para atacar, saca-se um dos volantes (3 é demais), reforça-se o sistema defensivo, principalmente para conter a bola aérea, e aumenta-se o volume no meio de campo, que tem sido dominado pelos adversários.
É o que pode mudar a performance no momento.
União III
Amanhã o jogo contra o Gaúcho de Passo Fundo precisa ser um divisor de águas. O União precisa da vitória para não comprometer completamente o projeto do segundo semestre e causar fortes arranhões no trabalho de 2016.
Ainda não é o ideal, mas agora o treinador terá um pouco mais de opções para escalar e para corrigir ou reforçar no segundo tempo. Isso é muito importante pois é preciso tirar o máximo e acertar na escalação, bem como na proposta tática. Ainda é possível acreditar.
COPA DO BRASIL
Como os jogos da dupla foram ontem à noite, não foi possível avaliar a atuação de Internacional e Grêmio. O Colorado, no entanto, a exemplo do que ocorreu com o Grêmio, com a mudança de comissão técnica, mudou radicalmente e tem sido, sobre o comando de Argel, uma equipe compacta e melhor preparada para os confrontos.
O Grêmio dependerá muito da preparação física dos jogadores, pois a maratona de jogos preocupa. Já começaram as lesões e com as convocações de jogadores importantes a equipe poderá ter grandes dificuldades.
COPA DO BRASIL II
A rodada não foi boa para a maioria dos possíveis candidatos ao título. A competição mais uma vez se apresenta como excelente oportunidade de conquista de um título nacional e para encurtar o caminho para a Libertadores.

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