Você faz a diferença?
Sexta, 06 de Dezembro de 2013

Uma das palavras mais citadas nos últimos tempos por consultores de carreira profissional e empresarial é que atualmente devemos fazer a diferença. Diferença em nossa vida pessoal, profissional e no ambiente onde atuamos e vivemos.

O consultor Gustavo Bogg diz que: “Na vida, podemos ser escultor ou escultura. Qual é a sua escolha?” Lembre-se que as nossas escolhas determinam o nosso caminho presente e futuro. Ele continua e diz que: “Com metas claras e motivadoras, você pode fazer muita diferença”. “Fazer a diferença” é dar aquela contribuição única, no momento certo, que gera os resultados esperados. Gustavo Bogg nos alerta que: “Quem não faz diferença passa despercebido, talvez não atrapalhe, mas com certeza não contribui. Quem não faz diferença é apenas um rosto oculto e enevoado no meio de uma multidão de desconhecidos.”

E você, o que quer para a sua vida? Ser escultor? Ou ser escultura? Quem busca fazer a diferença está diariamente esculpindo a sua vida e os seus objetivos.

Quem sabe neste último mês do ano, é o momento de fazermos uma reflexão e decidirmos se queremos ser escultor ou escultura. Está em nossas mãos o futuro da nossa vida. Se você quiser fazer a diferença, é fundamental iniciar hoje, definindo o que você quer fazer de diferente em sua vida, que possa ser percebido pelo mercado.

Fazer a diferença é dar aquela contribuição única, no momento certo, que gera os resultados esperados. A pergunta básica é: você quer fazer a diferença? (muitos não querem, pois é muito mais fácil!). Se você quer, então estabeleça as suas metas.

Gustavo Bogg dá dicas de como fazer a diferença no ambiente profissional e pessoal.

Direcionar os seus potenciais e talentos a serviço de uma empresa, entidade ou causa;

Comprometer-se com os resultados que precisam ser alcançados, com um sentido claro de prioridades, de prazos e finalização;

Assumir a liderança de uma atividade, coordenando os esforços de muitos para assegurar o atingimento de objetivos;

Comunicar-se com clareza, equilibrando o falar com firmeza com o ouvir ativamente;

Tomar à dianteira, assumindo iniciativas, quando há paralisia;

Correr os riscos de oferecer a “mão amiga”, mesmo quando isto não foi solicitado;

Saber trabalhar em equipe, integrando as necessidades de brilhar; individualmente com a construção de uma belíssima constelação;

Saber planejar para que as ideias se transformem efetivamente em realidades concretas e palpáveis;

Que possamos tentar fazer a diferença, iniciando com pequenas ações em nossa vida. Sucesso a todos e até semana que vem.

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