A ação é a principal arma contra a crise
Sexta, 27 de Novembro de 2015

Nesta coluna vou me utilizar de parte de um artigo publicado no site administradores.com, escrito por Tathiane Deândhela, a qual discorre um pouco sobre como podemos superar a crise que estamos vivendo e transformá-la em algo bom e produtivo para a nossa carreira e organização. Ela inicia dizendo que: “A criatividade para lidar com a escassez de recursos é uma das características do nosso povo, que não abaixa a cabeça diante das adversidades e conseguiu construir um país rico. Um dos maiores empresários do Brasil, Abílio Diniz, que hoje é presidente dos Conselhos de Administração da Península Participações e membro do Conselho do Carrefour, já deu a receita, em palestra recente. Reclamar da crise não vai mudar nada. A única saída é enfrentá-la. "Em vez de olhar pela janela e procurar o culpado, olhe para o espelho e procure ver onde você errou. O que está de fora pode até ser muito importante, mas você não consegue controlar", disse ele. Essa é a premissa na qual temos de mirar no momento atual, em que os reflexos da crise política e econômica estão desanimando o espírito empreendedor brasileiro e levando o nosso país à paralisia. A crise é lamentável, de fato; no entanto, ela só será solucionada com um pacto de esforços de médio prazo. O que podemos fazer de concreto, portanto, além de ir à luta todos os dias? Não faltam exemplos, no nosso país – e no mundo – de pessoas que, com o mesmo pensamento, conseguiram driblar adversidades quase incapacitantes, chegaram mais longe do que imaginavam e se tornaram referências de sucesso. A criatividade para lidar com a escassez de recursos é uma das características do nosso povo, que não abaixa a cabeça diante das adversidades e conseguiu construir um país rico, diverso culturalmente e admirado em todo o mundo, mesmo com a infinidade de problemas que sabemos de cor. O ativista indiano Mahatma Gandhi disse que “nunca saberemos que resultados virão das nossas ações, mas se não fizermos nada, não existirão resultados”. Pensando assim, ele ajudou a livrar o seu país da dominação britânica com ações pacíficas. Uma certeza que todos os economistas têm é de que crises econômicas sempre vão existir. E outra é de que sempre vão passar. Se o mercado de trabalho não está bem em momentos assim, por que não empreender e inovar, continuar investindo em estudo e qualificação? Quando essa crise - a exemplo de outras - passar, você terá um diferencial em relação aos que se paralisaram no momento difícil. Cabe lembrar, ainda, que a programação neurolinguística nos prova que aquilo que focamos tende a aumentar. Se focarmos no problema, ele parecerá maior, mas se focarmos na solução, provavelmente até esqueceremos o problema. Costumo sempre dizer que é preciso o exercício diário de tirar o “S” da crise, e transformá-la em “Crie”. Como bem lembrou Abílio Diniz (e ele tem muita propriedade para isso), lamentar fatores macroeconômicos não vai mudar nada. E mesmo que nossa ação também não mude muita coisa, é evidente que não será a omissão a responsável por alguma mudança.” Pense nisso, que possamos ter atitude para mudarmos e transformarmos nossa vida e nossa organização em um empreendimento de sucesso.

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