Que nota você se dá?
Sexta, 23 de Maio de 2014

Costumeiramente avaliamos as pessoas atribuindo notas, geralmente de zero a dez. Essas avaliações estão relacionadas ao conhecimento, a beleza, ao modo de portar-se e comportar-se diante de situações e acontecimentos. Somos avaliados durante grande parte da nossa vida, quando estamos em sala de aula, somos avaliados para conseguirmos evoluir e passarmos de ano, e conseguirmos a tão sonhada formatura.

Nas empresas/organizações somos avaliados para nos mantermos trabalhando, para conseguirmos melhores salários e cargos mais elevados. Geralmente em casa, na família e com amigos, somos avaliados se somos pessoas boas, amigas, companheiras e fiéis, ou seja, estamos sendo avaliadas (os) todos os dias. Você já se olhou no espelho e se avaliou? Sim? Não? Por quê? Quantas vezes por dia ou por semana você faz isso? Aqui não estou falando da síndrome de narciso, mas sim, de tirarmos um tempo para nós mesmos. Para nós nos olharmos, e fazermos uma avaliação e ver como anda a minha conduta como pessoa, como profissional, como ser humano, e nos fazermos à pergunta: Que nota eu me dou hoje? Consegui ser um (a) excelente profissional? Sim? Não? Por quê? Fui um (a) ótimo (a) aluno (a)? Companheiro (a)? Amigo (a)? O que estou fazendo para melhorar? Estou em constante evolução? Consigo perceber em mim mesmo as mudanças e melhorias que procuro implementar na minha vida? As outras pessoas conseguem perceber isso em mim?

Geralmente gostamos de avaliar ou fazermos comentários sobre a vida das outras pessoas, mas tiramos um tempo para NÓS nos avaliarmos? Estamos felizes com a nota que NÓS nos atribuímos? No aspecto emocional, que nota eu me dou? Estou feliz com essa nota? O que estou fazendo para melhorar o meu lado emocional? Consigo ter equilíbrio emocional diante de algumas situações? Como anda o meu aspecto físico? Estou fazendo atividade física? Estou dedicando parte do meu dia para cuidar e preocupar-se com o meu corpo? E do meu espírito? Como anda a minha espiritualidade? Independente de religião ou crença, precisamos alimentar o nosso espírito. Ele nos dá sustentação de continuarmos a nossa vida, mais leve e mais fácil.

E no aspecto econômico, que nota você se dá? Está feliz com o teu salário? Geralmente reclamamos que ganhamos pouco, que não conseguimos comprar tudo o que queremos e que não somos valorizados. O que estou fazendo para melhorar o meu salário? Procuro crescer profissionalmente? Será que realmente preciso de um salário maior? Muitas vezes, estamos sempre reclamando e nos queixando e esquecemo-nos de viver, de aproveitar a vida, de agirmos e fazermos algo de diferente para mudar a nossa realidade econômica e financeira. Procurei trazer alguns elementos para que possamos parar refletir e ver que nota nós nos damos e a partir daí, AGIR para melhorar a nossa vida. Sucesso e até semana que vem. 

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