Chuvas, Raios e Ventos de Través..
Sexta, 16 de Janeiro de 2015

Ao som de “Tracy Chapman –All You Have is your Sold”

Não lembrava disso.. Chuvarada todo dia, raios aos quilos, toneladas deles, parece que estamos em plena Ásia nas Monções, coisa de geografia da ótima profe Iria, quando ainda viajávamos (só na maionese eheh) nos atlas da Barsa do colégio, sem esta parafernália eletrônica (atraente e instigadora) hoje á nossa disposição, com um clique você fala com alguém do outro lado do mundo, troca ideias, conhece coisas, cultura e comportamento.. Lembro que na sexta série, além de vacinas (como eram doloridas) aconteceram muitos eventos, recebemos naquele ano uma colega que veio do Norte do Brasil, traços indígenas, cabelo negro como a asa da graúna, linda menina, e deixava todos nós saboreando o sabor de seus relatos, teve um no qual afirmou ter andado na vitória régia em pleno rio amazonas, eu sempre achei isso fantástico, tanto que trago na memória. Outra história foi a tentativa de liberação das aulas à tarde nos dias de jogos da copa do mundo, lembra disso Fernando Cerutti? Acho que a Néia e a Si votaram contra eheheh, que diferença, hoje tem TV na sala de aula, na época teríamos que assistir ou na casa de alguém que tivesse aparelho colorido, coisa rara na época, lembro que numa viagem de volta da praia no posto papagaio em Sarandi vi a primeira imagem colorida, o jornal nacional com o apresentador com um casaco laranja esta deve ser uma série especial, sai da fase de criancinha e te dão de presente tomos de conhecimento (mais ou menos assim.. te vira meu.. eheheh) médias calculadas de forma diferente, pessoas diferentes na sala, lembro de uma menina que veio do norte do Brasil, guardava traços indígenas, linda ela, tinha um cabelo negro com asa de graúna, e contava na sala de aula que tinha andado de Vitória Régia, imaginem só o que isso produzia, frisson, e tudo o que se pode imaginar, ao mesmo tempo Copa de 74. Como penso que temos que nos tornar a mutação diária e constante, andando em frente e não nos apegando a caquéticos conceitos, os mesmos que inspiravam a usar fumaça azul do cigarro de cowboy para ser “diferente” este estereótipo que frequenta anúncios desde tempos “imemoriais” que ajudam combalida máfia que produz veneno em formas diferentes e caprichosamente embalados, engana ora pela cor da coisa ou pelo físico de quem apresenta, confundindo as ilhas de desejos, criando algumas onde não existiam tão artificiais e insólitas, que custa acreditar, mas que continuam vendendo pra boiada que se alimenta destas metástases ()..
A Verdade é que nossa alimentação precisa de componentes mais naturais, menos corantes, menos acidulantes e por ai vai, ou você tem dúvida da “qualidade” do material produzido? Evidentemente não podemos colocar todos na mesma barquinha (nem cabe.. viram o tamanho da balsa??) mas é preocupante quando são descobertas no dia alto, da adição química em produtos que visam alimentar nossa parte mais sensível da população, o futuro da coisa toda, as crianças, fico indignado, você não?? Imagino ser possível avançar em tecnologia de produção, mas manter a sanidade populacional, não é necessário bombardear os semelhantes com tanta porcaria.. Mas existe a meta, os prêmios por produtividade e muitas das ferramentas que a industrialização trouxe ao mundo isso vem desde o século XVII, com a invenção do Horse Power (HP) foi desenvolvido pela revolução industrial, que despejou muito CO2 em nosso planeta e também criou hordas selvagens de desempregados, que acreditavam no sistema prometido.. Tudo passa pela promessa, como nesta época em que passamos pela enganação eletrônica e eleitoral, na qual tudo promete com clara intenção de não cumprir, onde se fala da parte da realização (na maioria delas inexistente), do país ideal, que definitivamente não está aberto á todos, no máximo para cúpula que renovou o conceito de trabalho instituindo guetos e acirrando diferenças odiosas que definitivamente não existiam na crença da média, apenas em cabeças.. Nesta fase de faz de conta, onde tudo se recria e batiza segundo “intéresses” aqueles mesmos que Leonel lembrava, e que dá os braços para antagonismos que sinceramente nem Peter Pan (o menino que não queria crescer) acreditaria, mesmo que costurassem sua sombra.. Precisamos urgentemente da magia do amar uns aos outros como a si mesmos e, se por acaso alguém surgir com isso não duvide, pregam novamente.. Continuam fazendo ao redor do mundo, na áfrica, na Ásia, na América latina, e na antiga cortina.. De ferro!!

Saúde e Sorte, para quem faz.. A diferença!

 

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