A Primavera este ano veio diferente.. Mas Veio
Sexta, 25 de Setembro de 2015

Ouvindo Adriana Calcanhoto..
Percebi cores diversas este ano, de meias luas e luas inteiras que nos presenteia o pálio, a estrela da manhã que ainda quando clico a aurora pinta com um toque de sedução e poesia a janela do quarto.. Que poderia ter mais cor, mas enquanto o caminho mostra escolhas foco no objetivo após a curva.. Algumas flores que são servidas não têm aquele olor que imaginamos, nem todas têm cor firme, umas são desbotadas e não retêm a cor, um tanto pela falta de noção que perdem por aee, ou por escolhas um tanto insensatas, ou por não manter a originalidade e a pureza que as caracterizou em outra hora. Fico pensando naquilo que ocorreu na entrada desta primavera, truculência por parte do estado, borrachadas ensandecidas sem cabimento por parte de quem foi conduzido justamente por esse povo para governá-lo. É, existem flores que não são de cheirar, como diria minha inoxidável Vó Maria, pessoa acostumada à política (a Boa) e que hoje estaria horrorizada, percebi de um lado o povo e os empresários lado a lado, numa cena improvável, que foi conduzida sem problema algum e imagino que seja exatamente esta saída e, políticos de outra, então percebi que a primavera deste ano estará diferente, não gostei de sua entrada, ou melhor, do que ela irá trazer em nossa lembrança, porque creiam o povo marcará na paleta.. E não adianta desculpa.. Não Cola Mais.
Quando o calendário marca setembro sabemos que faltam cerca de cem dias para o outro ano, não cem anos de solidão, como disse o bruxo Garcia Marquez, e o tempo, gente boa que lê, ele escoa, então nos deparamos com a pergunta que não cala, onde foi isso?
O Tempo é sempre de construção. Ao plantarmos boas e puras sementes, estamos contemplando um futuro, que tanto poderá ser bom ou mau, isso depende do que você semeou, pois não se colhe benesses e calmaria quando se semeia intriga e ventania, daee vem temporal e granizo do brabo.. Portanto, continue firme em seu propósito plantando coisas boas, dia desses irá perceber que a colheita estará mais leve, com menos tranqueira e com leveza de espírito e em paz, e será de tal valia que mesmo o maior dos marajás de plástico destes que são fabricados em publicações de gosto duvidoso e como tumbas caiadas, que estão perfeitas externamente e putrefatas e fedorentas no seu interior.

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