Na Noite Escura!
Sexta, 26 de Fevereiro de 2016

Ouvindo Sting.

Onda, não a de choque, nem de água, leve brisa bate aqui na janela do centro do Mundo, numa das sete colinas, o céu está escuro anunciando o final do horário de verão, no caminho tinha uma pedra, e nela estava escrito: Persista!

Noite de tal breu que parece aquelas janelas do tempo que trazemos na cabeça barulhenta, “Remembals” de época incerta, talvez da época das fogueiras, do final das colheitas, mesmo entre figuras femininas extremamente belas e poderosas, dançam ao redor do fogo em tal sintonia e energia que aos olhos incertos de rasa cultura, parecem voar. No instante a seguir é tal a caça que vira monstros num folclore pobre e num juízo faminto, o ser humano é desprezível em julgamentos, todo ser diferenciado é tido como ofensa, perigo ao Status Quo, de coisas que não vão nada bem, pode existir fome, desde que não seja no meu prato ou em um dos meus, pode haver frio, desde que não seja em meu corpo, pode haver injúria, desde que não seja no meu novel nome e brasão, pode haver falso desde que não seja comigo, pode haver traição desde que não seja no meu seio, há muitas luas a coisa anda assim, meio confusa e torta, árvore plantada onde o terreno não é propício.. 

Neste mesmo período durante muito tempo existiam as festas pela colheita, mas tem muita gente que não lembra que se colhe exatamente o que se plantou, se injúria não poderá colher alegria, apenas lágrima e ranger de dentes.  

Faça o Bem, Não Importando a Quem!

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