O Tempo não Para!
Sexta, 30 de Setembro de 2016

Ouvindo “Os Telhados de Paris” – Nei Lisboa por Zélia Duncan

Pense um tanto em como andam os ponteiros na tua vida, essa que não é de plástico.. Na infância temos ânsia desmedida por avançar, nos tornarmos “livres” para tudo, pois é necessário permissão, é tal de não pode isso nem aquilo, os hormônios florescendo e um ápice de dezessete já se bate nas paredes internas. Também, por isso e aquilo, a liberdade está ali na esquina, a habilitação e a alforria para isso e aquilo, a sonhada liberdade vem acompanhada de outras práticas: a responsabilidade, o peso da razão. Muitas vezes, isso é olhado de longe e não calculamos de forma correta os riscos.. Por vezes, a imaturidade fomenta a verdadeira fogueira, alimentada por generosa oferta de adrenalina, e o jovem cadáver absorve tudo com infinita sede. Ao lado, a família e os teus absortos oram, fazem promessa e rogam pragas, na tentativa que o “juízo” finalmente se instale entre tuas sinapses. Afinal, todos passam por esse estreito portão rumo à liberdade, ao controle social, chegada de outra visão, versão, valores e implicações.

Uma delas é a representatividade. Você ao menos projeta qual será tua parte neste enredo. Afinal, nesta peça de teatro, todos atuamos, uns como coadjuvantes nas cenas chamadas principais, outros como fomento do novo e, ao mesmo tempo, da “responsa”.

No domingo, estaremos alimentando a tal democracia. Faça tua parte, escreva o teu enredo. Não se enrede e vote com a consciência, de preferência limpa! Ao apertar as teclas da urna, seja qual for tua opção, esteja certo da resposta! Serão quatro longos anos para que haja esse encontro novamente.. Usa a razão e perceba armadilhas. Ahh e lembra: “O poder corrompe” – *Daniel Barros Girardello.
Fiscalize! É direito e dever teus! Ubuntu: somos um só!

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