Sobre a vida e algo mais
Sexta, 15 de Novembro de 2013

“Vem chegando o verão...”, conta assim uma música de época, e deparo com algo que se comenta. Antes era tudo indefinido, ou melhor, tinha uma definição clássica, direto no olho, para sair e iniciar uma brincadeira, o definidor era o tempo. Quando bom, sem estresse. Aliás, esta palavra veio bem mais tarde, quando os problemas bateram à porta, acho até que isto apareceu depois de muito tempo, como imagino o tempo contado em luas, preservo o lado índio de minha vó, que sabia como ninguém que o tempo, tudo cura, transforma e mostra o que é real e verdadeiro e também escancara farsas e invencionices.

Problemas? A humanidade está repleta deles, o que importa é como encaramos isto aí. Indolentes? Raivosos? Perceptivos? Pró-ativos? Também é uma palavra nova.

Soluções? Sim existem, desde que... Volta o que dizia minha vó.

Depois vem fases de conquista de amigos, sim, amigo se conquista, como aquela menina linda que cruzou contigo numa parte do caminho, Tuo Cuore acelerou, a face ruborizou e disso todos conhecem.

Mas os amigos são parte de nossa trajetória aqui, neste tempo e espaço, existem tipos de amigos, os ancestrais, que são aqueles que dividiram as conquistas desde o pré. Estes caras são teu alicerce, são eles que você conta nas horas incertas, quando tudo conspira contra, inclusive os recados, da menina linda, que você não sabe ao certo diferenciar e, procura insistentemente nos bolsos da camisa algo que realmente importe.

Aos amigos que perduram durante teu périplo interminável por bailes, encontros, jantares e outros que tais, os que escrevem, os que cantam, os que tocam algum tipo de instrumento, que não seja vassoura em parede, e que alegram nosso viver. Os que rimam e os práticos, os que fazem a lista das festas e encontros que de tão especiais são muito mais que os consonantais.

Aos que estudam junto para provas cabeludas, que revisam a matéria, que argumentam junto aos professores, andam pelos corredores quando gostariam de estar descansando à sombra da árvore do jardim da escola.

E há amigos que nos chegam depois, mas pela convivência e irmandade, parecem ter nos conhecido como os ancestrais, tamanha é a convergência de ideias. Estes que nos apoiam em momentos perigosos, que iluminam nosso caminho para que possamos escolher a melhor alternativa, que nos acolhem em seus lares, junto aos seus, estes tenho que falar, amigos que não te colocaram apelido, mas te conhecem e bem, enfim rezo a Deus que você encontre-os durante sua caminhada!

Saúde e sorte!

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