Quando precisamos acreditar!
Sexta, 22 de Agosto de 2014

 

Ao Som de Belchior - A Palo seco!

A pessoa tinha timbre, tinha voz, tinha escopo, era o voto certo de gente jovem e de gente experiente, filho de família tradicional, idealista, falava muito em educação, vi uma entrevista de Cristovam Buarque (Senador e Ex-Ministro da Educação) amigo do avô dele, confessou que foi seu primeiro voto, o velho Arraes, engraçado essa relação que temos com pessoas históricas no Brasil, cresceu a olhos vistos como governador passou a ser a terceira via, e agora são lançados novos dados, o jogo virou, outra cena se apresenta. Sobre política não costumo falar, mas sobre pessoas, sobre líderes, sobre gente que mostra o caminho e inicia com passos firmes, detesto a lenga-lenga dos discursos vazios, dos que nada trazem, apresentam-se com caras que não resistiriam sem o bom photoshop, que ao fazer a barba deixam serragem na pia.. Destes não perco mais tempo, nem o de quem lê se tornam irrelevantes, senis, repetem frases de efeito para uma plateia sem memória.. A memória meus caros é nossa melhor arma contra gente falsa, que sobrevive de benesses, ora aqui e acolá.. Precisamos gente de fibra, de rabo pitoco, de olhar firme e de fala amena, sem arroubos, direto assim do coração. Aplicar recursos em saúde, educação é algo tão importante que deveria ser ação prioritária, quase como de segurança, porém é mais fácil conduzir uma boiada, sem ideias que como papagaios repetem desabalada teoria danada falando pelos cotovelos, não agindo no foco dos problemas, triste cena, triste povo lindo e alegre, pacífico, dócil como cordeiros, caminha para a imolação. Em outro lugar a coisa haveria de já ter funcionado, nossa nobre gente, simples de fato, mas de grande coração e emoção, precisa de novos lumes, não os de um e de outro lado, fiquei com a impressão que havia uma saída sensata, mas hoje Eduardo Campos deve estar repetindo o grande epitáfio de outro personagem também incrível: “Agora eu também posso atravessar areias movediças.” Numa Referência a Terra de Oz.. L. Frank Baum (1856-1919)

Olhos e Ouvidos atentos, estamos em época de sibilo público e notório, pagos regiamente com o dinheiro suado dos pesados impostos que nos sujeitam, implodindo formas novas de crescimento. Não caiam em novo conto do vigário! Lembrem-se, até mesmo o homem de lata tinha um coração..

Saúde e Sorte, para aqueles que fazem.. A diferença! Salve! Ubuntu!

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