Sobre Diferenças. As que realmente existem e outras intentadas..
Sexta, 12 de Setembro de 2014

 

Ao som de “Alceu Valença –Maria dos Santos”

 

Como penso que temos que nos tornar a mutação diária e constante, andando em frente e não nos apegando a caquéticos conceitos, os mesmos que inspiravam a usar fumaça azul do cigarro de cowboy para ser “diferente” este estereótipo que frequenta anúncios desde tempos “imemoriais” que ajudam combalida máfia que produz veneno em formas diferentes e caprichosamente embalados, engana ora pela cor da coisa ou pelo físico de quem apresenta, confundindo as ilhas de desejos, criando algumas onde não existiam tão artificiais e insólitas, que custa acreditar, mas que continuam vendendo pra boiada que se alimenta destas metástases ()..

A Verdade é que nossa alimentação precisa de componentes mais naturais, menos corantes, menos acidulantes e por aí vai, ou você tem dúvida da “qualidade” do material produzido? Evidentemente não podemos colocar todos na mesma barquinha (nem cabe.. viram o tamanho da balsa??) mas é preocupante quando são descobertas no dia alto, da adição química em produtos que visam alimentar nossa parte mais sensível da população, o futuro da coisa toda, as crianças, fico indignado, você não?? Imagino ser possível avançar em tecnologia de produção, mas manter a sanidade populacional, não é necessário bombardear os semelhantes com tanta porcaria.. Mas existe a meta, os prêmios por produtividade e muitas das ferramentas que a industrialização trouxe ao mundo isso vem desde o século 17, com a invenção do Horse Power (HP) foi desenvolvido pela revolução industrial, que despejou muito CO2 em nosso planeta e também criou hordas selvagens de desempregados, que acreditavam no sistema prometido.. Tudo passa pela promessa, como nesta época em que passamos pela enganação eletrônica e eleitoral, na qual tudo promete com clara intenção de não cumprir, onde se fala da parte da realização (na maioria delas inexistente), do país ideal, que definitivamente não está aberto á todos, no máximo para cúpula que renovou o conceito de trabalho instituindo guetos e acirrando diferenças odiosas que definitivamente não existiam na crença da média, apenas em cabeças.. Nesta fase de faz de conta, onde tudo se recria e batiza segundo “intéresses” aqueles mesmos que Leonel lembrava, e que dá os braços para antagonismos que sinceramente nem Peter Pan (o menino que não queria crescer) acreditaria, mesmo que costurassem sua sombra.. Precisamos urgentemente da magia do amar uns aos outros como a si mesmos e, se por acaso alguém surgir com isso não duvide, pregam novamente.. Continuam fazendo ao redor do mundo, na áfrica, na Ásia, na América latina, e na antiga cortina.. De ferro!!

 

Saúde e Sorte, para quem faz.. A diferença! 

 

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