PÁGINA TRADICIONALISTA – 23 DE DEZEMBRO DE 2016
Sexta, 23 de Dezembro de 2016

O CTG Rodeio da Querência deseja que o Espírito de Natal traga muita paz e alegria a todas as pessoas, e que o ano de 2017 venha repleto de boas novas! Feliz e abençoado Natal!

MOSTRA FOLCLÓRICA DO ENART

Ao contrário do que foi anunciado, a 28ª Região Tradicionalista participou do Enart/2016, através da Mostra Folclórica. Uma pesquisa muito interessante valorizou aquele que, na história do tradicionalismo, foi o 3º CTG fundado, o Minuano de Iraí. As prendas e peões regionais fizeram uma pesquisa de muito valor, toda documental, apresentando a história deste valoroso CTG para todo o Estado.

MINUANO CTG: O 3º DO ESTADO I

O Jornal A Voz de Iraí, na sua edição do dia 25 de setembro de 1940, documenta a fundação do Minuano CTG, noticiando também as suas finalidades e diretoria provisória. Na época, esta era uma grande novidade, considerada assunto praticamente desconhecido do povo em geral. Justifica-se: o Minuano CTG era a terceira instituição tradicionalista a ser fundada no Estado, após todo o movimento realizado pela turma do Paixão Côrtes, na Escola Júlio de Castilhos, em Porto Alegre. Por ser novidade, o assunto mereceu na época um espaço considerável na imprensa local, e o Minuano CTG, adesão de todos aqueles que se identificavam com as coisas vindas da terra, ou seja, o folclore e a história do Rio Grande.

MINUANO CTG: O 3º DO ESTADO II

O Minuano CTG foi criado em 14 de março de 1940, na cidade de Iraí, dando um impulso na região para o fomento e o zelo das tradições do Rio Grande do Sul, sua história, suas lendas, canções e costumes. Tinha também a missão de defender a moral e a cultura dos gaúchos, estimular a vida cívica e fomentar a criação de outros núcleos tradicionalistas.

MINUANO CTG: O 3º DO ESTADO III

A primeira diretoria do Minuano CTG, considerada provisória, teve como presidente Antônio Luciano Martins e vice dr. Tito Fernandes Guerra. Os demais integrantes foram: João Carlos Dick, Wilson Assis Ferreira Lopes, Sílvio Raya e Silio Grebin. A lista de sócios fundadores é formada por mais vinte nomes, todos do sexo masculino, o que historicamente é uma das características fundacionais do Movimento. As mulheres começaram a ser admitidas dentro dos CTGs quando foram resgatadas as danças tradicionais através das pesquisas de Paixão Côrtes e Barbosa Lessa, e por questões óbvias, houve a necessidade da presença delas nos galpões.

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