PÁGINA TRADICIONALISTA – 27 DE JANEIRO DE 2017
Sexta, 27 de Janeiro de 2017

CONGRESSO TRADICIONALISTA – Em sua 65ª edição, o Congresso Tradicionalista que sempre acontece de forma ordinária no mês de janeiro, ficou marcado neste ano como o Congresso das Reflexões. Também discutiu-se muito sobre o resgate do trabalho voluntário dentro das entidades. Diversas proposições não foram aprovadas, a exemplo da adoção de um hino à bandeira do MTG, por entender-se que já existe o Hino Tradicionalista, e que este deve ser executado nos eventos oficiais. Da mesma forma, também não foi aprovada a instituição de um dia da imprensa tradicionalista, por entender-se que isto só traria confusão de datas.

TEMA ANUAL – No ano de 2017, o MTG trabalhará, através do seu Departamento Cultural, o tema Resgatando os legados de 47-70 anos da Chama Crioula e do grupo dos 8. Desta forma, Paixão Cortes, no ano em que completa 90 anos, será homenageado pelos tradicionalistas com o tema proposto por Hélio Ferreira. O proponente afirmou, em sua defesa, que resgatar o legado de 47 e também do Grupo dos oito, que deram início a tudo, e através do que aqueles jovens realizaram no colégio Júlio de Castilhos, em 1947, que o Movimento perdura por 50 anos. Destacou ainda o fato de que hoje Paixão Cortes ainda está entre nós e que o Movimento não pode perder a oportunidade de homenageá-lo em vida. A proposição concorria com mais duas e foi a vencedora.

APROVAÇÃO DE TESE – Manoelito Savaris apresentou no Congresso Tradicionalista um documento que leva o nome de “reflexão e ideologia”, que é fruto de debates realizados em reuniões do Conselho Diretor do MTG e que ele se comprometeu a colocar no papel para que os patrões de entidades e coordenadores regionais tenham como base para decisões necessárias. É documento extenso e pode ser encontrado no site do MTG.

BALANÇO – O ano de 2016 foi de muitas dificuldades para as entidades tradicionalistas, que souberam procurar caminhos e soluções. O ano de 2017 também já se apresentou bastante desafiador, devendo ser destacado o trabalho voluntário e as expressões de coletividade, em detrimento do individualismo, como fórmula para superar os entraves que já iniciaram.

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