Button sempre foi muito rápido
Sexta, 06 de Março de 2015

Button sempre foi um piloto muito rápido. Foi campeão de Kart em 1997, da Fórmula Ford em 1998 e entrou na Formula 1 por uma decisão repentina de Frank Williams em 2000, substituindo Alexandro Zanardi. 

O carro de Button em 2000 estava longe de ser um dos melhores. Seu melhor resultado foi o 4º lugar no GP da Alemanha, onde terminou o campeonato com 12 pontos, 12 a menos que Ralf, seu colega de equipe.

O ano de 2001 foi pior ainda. O piloto foi contratado pela Benetton, em uma época em que a equipe estava no “fundo do posso”, marcou apenas 2 pontos e fechou o campeonato em 17º. Em 2002, a Benetton foi comprada pela montadora de automóveis, Renault. O carro melhorou bastante e, pela primeira vez, Button terminou o campeonato na frente de seu colega de equipe, Jarno Trulli.

Uma de suas melhores temporadas foi em 2004, quando ele conseguiu seus primeiros pódios e terminou o mundial em 3º lugar, com 114 pontos. Sua primeira vitória veio no GP da Hungria em 2006, em uma corrida marcada pela chuva.

Em 2007 e 2008 a equipe Honda (antiga BAR) entrou em decadência e por fim fechou as portas. Esta fase foi uma das piores de Jenson e, logo em 2009, a equipe foi vendida para o ex-diretor técnico da Ferrari, Ross Brawn e finalmente Jenson Button mostrou todo seu talento.  Dominou a primeira metade do campeonato, conquistou seis vitórias em nove corridas. Mesmo perdendo muito rendimento na parte final da temporada, sem uma única vitória, ele conseguiu administrar sua vantagem e com antecedência conquistou seu primeiro título de campeão mundial na Formula 1.

Após o fim da temporada foi contratado pela McLaren, equipe pela qual fez uma boa temporada, chegou a liderar o campeonato, mas precisou se contentar com o 5º lugar.

Seu desempenho foi muito abaixo do esperado. Contudo, em 2011 ele deu a volta por cima ao vencer todas as corridas com chuva e sua consistência nas corridas sem chuva lhe garantiu o merecido vice-campeonato.

Para 2015, o piloto inglês destacou que a virada de ano trouxe um sentimento de renovação para ele. Com a permanência na McLaren, ele se apresentou com um capacete branco e vermelho, representando a bandeira do Japão, país da esposa e da nova fornecedora de motores, que na primeira parceria com a McLaren, entre as décadas de 1980 e 1990, ficou marcada pelas vitórias de Ayrton Senna e Alain Prost e pelos carros com pintura em vermelho e branco.

Abraço e até a próxima!

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