GP do Canadá
Sexta, 06 de Junho de 2014

Depois das curvas apertadas de Mônaco, a Fórmula 1 cruza o Atlântico para outra “briga de rua”, essa vez, no GP do Canadá, circuito Gilles Villeneuve, na espetacular ilha artificial de Notre Dame em Montreal. O fato da pista não ter sido construída com a finalidade de receber corridas apresenta alguns desafios únicos para pilotos e equipes. O asfalto é um pouco mais abrasivo que em Mônaco, e serão usados pneus macios e os supermacios.

Em Montreal a proximidade do muro com o asfalto pune mesmo o menor erro, mas, ao contrário de Mônaco, é possível se ultrapassar na longa reta que antecede os boxes com certa facilidade. Trocas de posição serão uma constante ao longo de toda a prova. E a probabilidade de entrada do Safety Car também é grande, o que embaralha as estratégias e abre a chance de sucesso para pilotos que arriscam.

O Circuito com comprimento de 4631 metros, oficialmente chamado de Circuito Gilles Vileneuve, foi aberto em 1978, porém ganhou o nome atual em 1982 para homenagear o ex-piloto (Gilles Vileneuve).

A previsão para o final de semana no Canadá é de clima instável e baixas temperaturas, um fator que complica ainda mais a vida dos pilotos na hora de manter o carro na pista e de controlar o desgaste dos pneus. Há boas chances de chover tanto nos treinos livres de sexta-feira como na classificação no sábado. Isto acontecendo, os pilotos iriam para uma corrida seca no domingo sem a menor noção do comportamento dos pneus nestas condições.

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Mas essa semana quem subiu no lugar mais alto do podium foi o UNIÃO FREDERIQUENSE, com certeza um orgulho para nossa cidade e região, só quem está empenhado e envolvido em uma competição, ou na organização da mesma, sabe o quanto é difícil “chegar lá”. Parabéns ao Time e a todos os envolvidos.

Abraço e até e próxima!

 

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