Sexta, 22 de Dezembro de 2017 às 16:45
Deputados gaúchos se unem para tornar HPR uma realidade
Projeto abrange 72 municípios da região Norte do RS e deverá atender 100% SUSrn
Por: Heloise Santi - saude@folhadonoroeste.com.br
Frente é uma importante ferramenta para a efetivação do projeto - Caco Argemi

Considerado o maior projeto de saúde pública do Estado, a construção do Hospital Público Regional (HPR) a ser erguido em Palmeira das Missões conta agora com mais um importante aliado. No início da tarde de quarta-feira, 20, por proposição do deputado Jéferson Fernandes (PT), foi constituída a Frente Parlamentar pró-implantação da unidade, em ato que contou com participação de prefeitos e lideranças da região, deputados federais, estaduais e integrantes dos movimentos sociais que há mais de dez anos vêm lutando em razão da carência dos atendimentos de média e alta complexidade na região.

O HPR prevê uma nova unidade a ser erguida em Palmeira das Missões e a ampliação do já existente Hospital Divina Providência de Frederico Westphalen, no Norte do Rio Grande do Sul. Com 100% do atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o HPR será um dos hospitais públicos mais modernos do Brasil. Para a construção, já foram liberados pelo governo federal perto de R$ 60 milhões, que estão na conta da prefeitura em convênio com a Caixa. A obra terá custo total de R$ 160 milhões, com recursos da União, custo de equipamentos a cargo do Estado e manutenção dividida entre os governos estadual e federal.

– Há mais de uma década que estamos lutando pelo hospital, cuja necessidade está consolidada. A instalação desta Frente Parlamentar é mais uma demonstração simbólica de que nós, aqui no parlamento, estamos unidos a esses 72 municípios que serão atendidos pelo complexo –, declarou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Edegar Pretto (PT).

Em que patamar está o projeto?
Projeto já está aprovado na Fepan, Anvisa, Bombeiros, RGE e Corsan, porém a demora ocorreu, de acordo com o prefeito de Palmeira das Missões, Eduardo Freire, por ser um projeto de grande proporção, com dificuldades técnicas de média e alta complexidade e cujo orçamento, quando foi aprovado pela Caixa Econômica Federal, encontrava-se defasado, tendo de ser totalmente refeito com apoio do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

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