Ouvindo Belchior, velho e bom cantador.

Um conselho de avó sempre é constante e atemporal, especialmente da minha inoxidável Vó Maria. De cruza de Alemão com índio representativa da imensa beleza da miscigenação brasiliana.

Minha avó estudou até o terceiro livro, em função da precariedade de oferta de estudo na sua época. No entanto era ávida leitora e, passou isso para sua prole. Uma pessoa que lê, tem permanentes janelas de conhecimento abertas e prontas para ampliação, o que se torna um diferencial e tanto.

Em tempos sombrios, estes de pouca luz, onde diferenças são abissais e os dois bicudos aqueles se tratam aos berros e literalmente não se entendem.

De bom tom é ouvir antes de falar, mesmo porquê ouvindo você pode pensar, e vislumbrar o vértice do outro. O que no mínimo é uma ideia nova. Pode concordar ou não, ou pode também retirar subsídios para compor nova ideia e isso no mínimo é sair do lugar.

Quando se utiliza a empatia, fica mais fácil esse processo, as pessoas se movem mais facilmente em direção a objetivos comuns, isso poupa tempo e refrigera relações coisa tão em falta ultimamente.

Focar em objetivos comuns, ou seja, na mesma linha de pensamento, pode em muitas vezes ser a diferença entre o sucesso e fracasso.

Falar e construir pontes, utilizando os mesmos princípios não é simples, nem fácil, mas certamente conduz o processo de forma mais tranquila e serena.

Podemos utilizar alguns exemplos para demonstrar isso, uma equipe que joga pra frente em direção a uma meta, pode ser a goleira do adversário, terá mais chances de conseguir sucesso em suas atividades.

Desde que os players destas atividades estejam alinhados e bem resolvidos quanto a ideia de poder e todas habilidades que são necessárias para exercer.

Estar aberto a novas aprendizagens pode proporcionar excelentes oportunidades de crescer e chegar mais perto dos objetivos, para tanto tem que aprender a passar a bola, né Rivelino?

Abraço aos bons.