Já escrevi na coluna passada que se o medo paralisa, a coragem mobiliza e, para ser criativo você não precisa ter medo. O que podemos escolher é o movimento, a ação. Segundo Elizabeth Gilbert, na obra – A Grande Magia – podemos considerar o medo como um amigo necessário, tipo aquele que nos impede de fazer grandes burradas e nos preserva de ciladas, mas o medo nunca pode estar no controle, no volante de toda a nossa jornada quem deve estar sempre é a CRIATIVIDADE.

E você aí deve estar se questionando: Tá, mas onde e como uso a criatividade?

Pois bem, pode começar estando aberto à exploração de sua criatividade, aplicando-a em seu espírito empreendedor ou em seu cotidiano durante seus momentos de lazer e ócio.  A criatividade é algo bem vindo em todas as áreas de nossa vida. Afinal, abrir seu universo criativo pode significar deixar crescer uma existência encantada, interessante e apaixonada pelas infinitas possibilidades de criação que temos diante de nós a todo instante.

Ainda que os caminhos e os resultados da vida criativa variem muito de pessoa para pessoa, é possível afirmar: a vida criativa é uma vida mais ampla, é uma vida maior, mais feliz e muito mais interessante. Com esta escolha podemos sentir que somos protagonistas da nossa jornada e que grande parte da trajetória depende mais da gente do que dos outros ou dos cenários. Porque outra certeza desta vida é que nós somos os maiores beneficiados pelos resultados positivos da nossa caminhada como também, somos quem mais sente os reflexos de nossas escolhas infelizes. Por fim, como afirma Elizabeth Gilbert, “Viver dessa maneira contínua e obstinadamente trazendo à tona as joias escondidas dentro de você – é uma arte em si.” Que assim seja e assim seja feito!

*acompanhem o Instagram @angelacristinapessotto no qual estarei postando passos para auxiliar na sua jornada de dar a volta por cima da montanha.