Ouvindo: Goodbye Stranger – Supertramp

Diadesses ouvi narrativa de alguém, não guardei o nome da pessoa, apenas a mensagem. Nessa época de provação que toda humanidade atravessa, com tantas dificuldades, perdas de vidas, como se estivéssemos em guerra global, dúvidas sobre o que pode e aquilo que não é mais admissível.

Enfim as luzes, mesmo aquelas que durante toda vida foram de anúncio da chegada do Senhor, estão com brilho diferente, não tão brilhantes como antes, a dúvida nos tira a alegria, o entusiasmo, mas devemos persistir.

Na fala, foi chamada a atenção a falta de apego que Jesus teve na vida. Para nascer foi emprestada a manjedoura e, junto aos animais veio ao mundo. Sempre em sua vida nada teve, quando chamou seus discípulos, estes vieram apenas com as vestes, tendo deixado inclusive o Pai (Pedro e André). Ao entrar em Jerusalém, foi no lombo de um burrico emprestado e, teve uma recepção calorosa, as pessoas estendiam palmas para pavimentar o rude caminho.

Hoje a sociedade da imagem, do selfie, do glamour, vai contra isso, o ideal grego da forma perfeita, muitas vezes apenas define casca. O interior não tem a mesma linda imagem.

Para viver precisamos de muito pouco, mas para sobressair, muitos pagam caro, moedas que os vão tornar escravos por tempo longo e penoso.

Se fizermos uma análise simples da forma como os Nonos viviam, vamos encontrar resposta para quase tudo.

Talvez a opulência da imagem fabricada com traquitanas modernas, mostrem apenas uma tumba luzidia por fora e apodrecida internamente.

Neste Natal, faça a doação sem fotos.

Converse com as pessoas, proteja sua alma e descubra, quase sem querer, que o mais importante realmente é a humildade.

O resto, azeda, perde a forma, quebra e sim, é rapidamente substituído.

Gêneros alimentícios, roupas e porque não uma oportunidade de trabalho.

A vida é ida e o importante é o Agora.