Nesses dias atuais, só se fala uma coisa: CORONAVÍRUS! E não tem como ser diferente, eis que é uma PANDEMIA e estamos todos um pouco assustados, sem realmente saber o que vai acontecer.

Há vários entendimentos, do que fazer. O que não fazer. Uns dizem que é tudo FAKE, e que há exageros. Outras dizem que é o fim do mundo. Enfim... Como leigos na área da saúde e economia, me resta aguardar e seguir as orientações.

Na verdade, é um assunto muito mais complexo do que imaginamos. Acredito que pouquíssimas pessoas sabem exatamente tudo sobre o vírus e tão pouco as consequências econômicas que poderão surgir, em razão desse isolamento social.

Não vou aqui, ser mais um “expert”  no assunto, até porque, nas redes sociais esta cheio. E vamos falar aqui bem baixinho: “NÃO AGUENTAMOS MAIS VER NOTÍCIAS SOBRE ISSO”.

Mas acredito ser difícil a tarefa dos gestores públicos, eis que sofrem pressões de tudo que é lado e tem que decidir o que é melhor para todos. Meu reconhecimento. E o que fazer em casa?

Olha!  Que experiência hein!

Minhas filhas estão no quarto 24h e dizem que estão seguindo orientação médica. Só saem para alimentar-se. Estão num estresse psicológico. Estou muito preocupado. Acho que aqueles que convivem com três mulheres que nem nós, nesse período de confinamento, devemos ter alguma proteção divina. Você não tem noção, do rodízio de TPM.  Imaginou? Termina uma, começa a outra! Não tem máscara, luvas ou álcool gel que elimine isso!

Você tem muitas coisas para fazer em casa. Faz tempo que procuramos “tempo” para realizar estas tarefas. Mas agora que temos tempo, não fazemos. Esse WhatsApp, Netflix e redes sociais, nos consumem um tempo inimaginável. 

Para ter uma ideia, me flagrei enviando mensagem para minha mulher, e ela estando em casa. Estamos perdidos. Não estamos acostumados mais com tanto tempo em casa, com todos juntos. Tempo de sobra, e não sobra tempo. 

Olhe para o lado. Seus filhos cresceram, os diálogos estão mais escassos. A gente está se achando perdido em casa. Antes a gente podia dizer: agora não posso, estou vendo o jogo! Nem isso mais! Então o negócio é encarar s baixinhos.

Desculpe-me as brincadeiras, mas às vezes temos que “brincar” para amenizar todo esse cenário novo que estamos vivendo. 

Até semana que vem!