O Grupo Creluz tem, entre seus compromissos primordiais, o cuidado com as questões ambientais. A sustentabilidade é aliada da cooperativa em todas as atividades que vão da geração à distribuição de energia. Cumprindo também sua missão de bem atender seus quase 24 mil associados implantou no fim do ano passado, o Complexo de Energia Solar Três Arcanjos, em Ametista do Sul, para suprir uma demanda de energia cada vez mais crescente.

As usinas solares São Gabriel, São Miguel e São Rafael serão inauguradas nesta quinta, dia 15 de outubro, a partir das 10h. O ato de inauguração vai ocorrer na Usina São Gabriel, localizada na Avenida Bento Gonçalvez, ao lado do Shopping das Pedras. As unidades, após a cerimônia, ficam abertas à visitação.

– A tomada de decisão para viabilizar o complexo foi, principalmente, nossa preocupação com o associado, em resolver a questão da falta de energia, garantindo o fornecimento –, destaca o diretor de Gestão de Ativos da Creluz, Eloy Luiz Guth.

A escolha de Ametista

A escolha de Ametista do Sul para sediar os empreendimentos está ligada a questões logísticas. É no município que a Creluz tem o seu maior centro consumidor de energia, com característica de consumo muito afinada à geração solar, pois é uma região alta, permitindo insolação durante todos os períodos do ano.

– No verão passado estávamos numa situação difícil para garantir o fornecimento para a Ametista, sem que a cooperativa adotasse alguma ação. E como não conseguiríamos colocar a Subestação Pinhal Augusto Moro em funcionamento naquela época, porque a supridora não garantia linha, a solução foi as usinas solares –, complementa o engenheiro eletricista e gerente de Supervisão e Faturamento da Creluz, Daniel Luís Savoldi.

A partir da experiência positiva da Usina Solar Boa Vista das Missões, a Creluz decidiu pela implantação do sistema para resolver o problema em Ametista do Sul. Com isso surgiram as Usinas Solares São Gabriel, São Miguel e São Rafael. Os nomes foram inspirados no padroeiro do município, o Arcanjo São Gabriel, antigo nome da localidade, antes da municipalização, e também em outras duas comunidades.

O objetivo do complexo é dar maior segurança na distribuição de energia ao associado, pois está conectado ao sistema de distribuição da cooperativa, melhorando a tensão e a corrente, estabilizando o sistema no período de maior carga. O investimento foi de R$ 12 milhões.

– Buscamos o que há de mais tecnológico no mercado, otimizando ao máximo o uso das placas, para gerar mais energia por metro quadrado e todas são telecomandas –, explica o engenheiro eletricista, gerente de Regulamentação da Creluz, Jamenson Guilherme Ozelane.