A proposta de legalização da produção do vinho colonial foi aprovada pelo Congresso Nacional, em Brasília, e aguarda sanção da presidente Dilma Rousseff. Com a legalização, os produtores rurais poderão registrar o vinho sem o ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

A proposta foi articulada por um Grupo de Trabalho (GT) que incluiu representantes do Departamento de Agroindústria Familiar, Comercialização e Abastecimento (DACA); Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin); Embrapa Uva e Vinho; Emater/RS; Superintendência Federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Rio Grande do Sul; Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS); Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs); e Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Estado (Seapa).

Conforme dados do Censo Agropecuário de 2006 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio Grande do Sul são mais de sete mil produtores de vinhos declarados. O Estado é o principal produtor de uvas e derivados no país.

Natalia Nissen